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“Errar traz inovação” diz Maria Eugenia Riscala da Kaya Mind, se referindo ao mercado da cannabis nacional

A co-fundadora da empresa de inteligência de dados do setor canábico contou, em bate papo com o portal Sechat, como o Brasil, quando começaram suas pesquisas, era carente neste aspecto em relação ao mercado da planta

“Errar traz inovação” diz Maria Eugenia Riscala da Kaya Mind, se referindo ao mercado da cannabis nacional
“Errar traz inovação” diz Maria Eugenia Riscala da Kaya Mind, se referindo ao mercado da cannabis nacional

Por João R. Negromonte

No dia 6 de maio, aconteceu o último dia do Congresso Brasileiro da Cannabis Medicinal, que teve como participante no painel “Panorama de oportunidades e novos negócios na cannabis,” Maria Eugenia Riscala, uma das cabeças à frente da Kaya Mind, importante empresa de inteligência de dados para o mercado nacional e internacional da cannabis.

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Riscala, que é formada em relações internacionais pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e tem master em Consumer Insights pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), possui mais de sete anos de experiência no setor dentro e fora do país.

“Lá atrás, em meados de 2015, quando eu e meu sócio começamos a nos envolver com o mercado da cannabis, os dados que tínhamos sobre o Brasil eram praticamente irrelevantes e, os poucos que existiam, traziam informações incompletas,” revela Riscala, que continua: “foi a partir dessa falta de informação que resolvemos criar a Kaya Mind, que serve hoje como referência quando o assunto é informação confiável e com credibilidade das diversas aplicações da planta.”

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A conversa contou também com temas como a importância da curadoria e pesquisa de dados que remetem ao cenário real brasileiro, perspectivas de mercado, política, reparação social, novas oportunidades de negócio e, não menos importante, o agronegócio, este no qual Riscala se refere como um dos pontos mais fortes do Brasil, fazendo uma critica a demora do governo em regulamentar o uso industrial do cânhamo.

“Hoje, somos o país que mais possui terras produtivas inutilizáveis no mundo. Claro que não estou dizendo que temos que plantar em terras indígenas ou substituir culturas tradicionais como a soja, mas sim criar mais esta alternativa de negócio que pode gerar milhares de empregos e renda para o Brasil,” coclui a CEO. 

Por isso, para aqueles que não tiveram a oportunidade de comparecer ao maior evento do setor canábico do Brasil, vai aqui uma pequena “dose” de conhecimento que abre espaço para o diálogo, destacando a importância em se ter uma estratégia bem definida quando se trata de um assunto ainda tão carregado de estigmas.

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Acompanhe a entrevista completa:

https://www.youtube.com/watch?v=eaYzDsAVW_M

Para saber mais acesse: www.kayamind.com