A relação entre cannabis e esportes

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

Curadoria e edição Sechat, com conteúde de GQ esportes

No dia 1º de Setembro, é comemorado em nosso país o Dia do Profissional de Educação Física, uma data voltada para a valorização e entendimento das várias modalidades que englobam essa profissão. Pensando nisso, o Sechat não podia deixar de falar um pouco mais sobre essa relação (cannabis e esportes) que vem rendendo bons frutos.

Aos poucos, o esporte vem tirando a cannabis do espectro proibitivo. Algumas ligas importantes já excluíram a “ervinha” da lista de substâncias proibidas e avançam na discussão sobre o tema.

Você quer exemplos? A MLB (Major League Baseball) tirou a Cannabis da lista das chamadas “drugs of abuse” no ano passado. A NBA também anunciou recentemente que não vai testar os jogadores para drogas recreativas.

>>> Participe do grupo do Sechat no WHATSAPP e receba primeiro as notícias

Antes disso, Michele Roberts, diretora executiva da NBPA (National Basketball Players Association – Associação dos Atletas da liga) já havia projetada que pode haver uma mudança de perspectiva sobre a cannabis no basquete profissional já no fim de 2020. Com isso, o cenário de evolução e desdobramentos no assunto é claro.

Canabidiol e os esportistas participando da discussão

Canabidiol, ativo extraído da folha de cannabis, é uma substância que revolucionou o tratamento de algumas doenças, como a epilepsia e outros quadros que afetam o sistema nervoso. O CBD, sigla usada para reconhecer o composto, não tem efeito psicotrópico e não é viciante, e mesmo assim, há quem resista aos (ainda) supostos benefícios.

CBD (Foto: Getty Images)

Nos EUA, por exemplo, é possível comprar (e consumir) vários produtos à base da substância acima citada. Óleos, cremes e balas comestíveis possuem propriedades terapêuticas que podem ser aplicadas a uma série de problemas de saúde, entre elas dores crônicas e inflamações.

>>> Participe do grupo do Sechat no TELEGRAM e receba primeiro as notícias

Os defensores do uso do CBD dizem que este extrato da cannabis é mais seguro que analgésicos, principalmente aqueles à base de opioides, que estes, sim, provocam dependência. Além dos benefícios anti-inflamatórios, o Canabidiol pode servir de ansiolítico e analgésico.

No meio tempo, o canabidiol tem sido cada vez mais aderido nas rotinas de esportistas importantes. Neste time estão a craque do futebol norte-americano Megan Rapinoe, Tiger Woods, lenda do golfe, através de chicletes com a substância, entre outros.

O skatista Bob Burnquist, dono de catorze medalhas de ouro dos X Games, luta há muito tempo para que o uso da cannabis medicinal seja liberado. Nos EUA, ele já até abriu sua própria marca de CBD, a Farmaleaf.

Bob Burnquist (Foto: Getty Images)

>>> Inscreva-se em nossa NEWSLETTER e receba a informação confiável do Sechat sobre Cannabis Medicinal

Outro gigante do esporte que tem relação com a maconha é o ex-pugilista Mike Tyson. Ainda pode ser que ele volte a subir nos ringues, mas fora deles, construiu um império da erva que o ajudou a sair da falência.

Cannabis é um remédio. Nesse momento da inteligência mundial, nesse momento da vida, deveriam saber que cannabis não é uma droga.

falou The Iron Mike à revista canadense Kind.

Confira outros conteúdos sobre esportes publicados pelo Sechat:

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

ASSINE NOSSA NEWSLETTER PARA RECEBER AS NOVIDADES

ASSINE NOSSA NEWSLETTER
pt_BRPortuguese
pt_BRPortuguese