O CBD na Olimpíada de Tóquio e os avanços no esporte

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Há poucos dias, a política antidoping do UFC decidiu que não vai mais punir atletas por testes positivos para THC (Foto: Anthony/Pexels)

Caroline Vaz (texto) / Charles Vilela (edição)

À medida que mais pesquisas são feitas acerca dos benefícios do CBD (Canabidiol), o composto mais famoso da cannabis, mais atletas decidem aderir a este tratamento alternativo. O canabidiol pode ser eficaz ao tratar aspectos como dores, recuperação e crescimento muscular e aumento da resistência do esportista. Por isso, este ano, a Olimpíada de Tóquio será diferente, uma vez que o uso do CBD entre os atletas será permitido.

Ainda com a decisão, o THC (Tetraidrocanabinol), o composto psicoativo da planta, continua proibido pela Agência Mundial Antidopagem (AMA). Os atletas podem enfrentar suspensão e investigação se o teste for positivo para o canabinoide.

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Outras decisões históricas ocorreram em 2020

Em novembro, a União Europeia, em decisão histórica, passou a não classificar o CBD como um narcótico. O Tribunal de Justiça da União Europeia declarou que “um Estado-Membro não pode proibir a comercialização de CBD legalmente produzido noutro Estado-Membro quando este é extraído da planta Cannabis sativa na sua totalidade e não apenas das suas fibras e sementes” e que “são aplicáveis ​​as disposições relativas à livre circulação de mercadorias na União Europeia, uma vez que o CDB não pode ser considerado um ‘estupefaciente’.”

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Além disso, as decisões nos Estados Unidos e os avanços do uso da cannabis no país também podem influenciar a classificação do canabidiol no esporte. Em dezembro, a Câmara dos Estados Unidos aprovou a lei que legaliza a cannabis em nível federal.

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Entretanto, as olimpíadas de Tóquio não foi a única a tomar tal decisão histórica. Há poucos dias, a política antidoping do UFC decidiu que não vai mais punir atletas por testes positivos para THC. Em suma, os testes positivos para THC, independentemente dos níveis, não serão mais considerados violações da política. Contudo, ressaltam, “a menos que existam evidências adicionais de que um atleta o usou intencionalmente para fins de melhoria de desempenho.”

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