Mara Gabrilli é indicada para novo mandato na ONU

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Senadora Mara Gabrilli (Imagem: Arquivo pessoal)

Por João R. Negromonte

Tida como uma das maiores defensoras do uso medicinal da cannabis no Congresso Nacional e, conhecendo como poucos o assunto no Brasil, a senadora Mara Gabrilli (PSDB), que também é colunista do portal, expressa nas redes sociais sua satisfação ao ser indicada pelo Brasil para o cargo que renovará 9 das 18 vagas de peritos independentes na temática da pessoa com deficiência na ONU. Gabrilli está no primeiro mandato, que foi iniciado em 2019 e termina neste ano, e deve ficar afastado por dois anos para concorrer novamente em 2024, quando acontecerá a próxima eleição. 

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“É uma oportunidade grandiosa para mim poder continuar esse trabalho enriquecedor, que me dá a possibilidade de trazer para o Brasil o que foi bem sucedido lá fora e levar para outros países as conquistas que já tivemos por aqui,” revela ela ao exaltar a possibilidade de fazer parte mais uma vez do comitê responsável por monitorar a implementação da convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência. 

A senadora, que é reconhecida por seus trabalhos sociais, como o que desenvolve no Instituto Mara Gabrilli fundado em 1997, fomenta o progresso de pesquisas científicas para cura de paralisias, além de apoiar atletas de alto rendimento do paradesporto e auxiliar pessoas com deficiência ou em situação de vulnerabilidade. Ela também foi a primeira brasileira a participar do Comitê da ONU.

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A votação, que será realizada em 2024, pode garantir mais 4 anos de mandato para Gabrilli, que destaca: “fazer parte do comitê que deriva da convenção é uma honra, não apenas é o primeiro tratado internacional que o Brasil ratificou com status constitucional, como também é o principal instrumento internacional que nos inspirou para redigir a nossa Lei Brasileira de Inclusão – a LBI.”

Vale ressaltar que o trabalho na ONU não é remunerado e é realizado em paralelo ao mandato da senadora. Assim, todas as despesas referentes ao trabalho são custeadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), sem qualquer custo para o Senado, nem para o Brasil.

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Saiba mais sobre os projetos e trabalhos da senadora pelo site:

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