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Startup promove uso de cannabis medicinal para tratar problemas comuns do cotidiano

A empresária Ana Júlia Kiss diz que canabidiol deveria ser usado para tratar libido, TPM, sono e imunidade, e não só doenças crônicas

Startup promove uso de cannabis medicinal para tratar problemas comuns do cotidiano
Startup promove uso de cannabis medicinal para tratar problemas comuns do cotidiano

Com informações do Portal Ig

A startup Humora foi criada pela criada pela empresária Ana Júlia Kiss para promover o bem estar para pessoas com problemas como falta e sono, TPM e baixa imunidade. A produção dos derivados da plata acontece nos Estados Unidos, mas a comercialização é no Brasil.

Em entrevista ao Portal IG, Ana contou que foi preparada para comandar a empresa familiar, a Adecol. Em 2017, a executiva vendeu a empresa para o grupo HB Fuller. Ana continuou na operação, onde gerenciava um orçamento de US$ 110 milhões em negociações e compras para toda a América. Em 2020, ela saiu da empresa e decidiu tirar um ano sabático. Passou a viver em um trailer, em busca de autodescoberta profissional e pessoal.

A fundação da Humora aconteceu em um momento em que Ana passou a ser investidora-anjo de startups focadas em sustentabilidade e/ou liderada por mulheres. Foi quando ela começou a ampliar seu entendimento sobre o mercado global em alta de medicamentos à base da Cannabis sativa. A Humora foi fundada com os alguns pilares: a visão feminina, o coletivo, ESG.

Segundo a empresária, o uso da cannabis medicinal no Brasil está sempre associado a alguma doença crônica, mas na visão dela os benefícios medicinais da planta poderia ser utilizado de uma forma mais ampla. "Todo mundo tem um sistema endocannabinoide no corpo. É como a vitamina C, todo mundo deveria ter acesso e deveria usar o canabidiol, para libido, TPM, sono, imunidade. Não são para doenças".

A empresa também tem um cuidado com ESG e nasce com três selos sociais, apoiando duas ONGs, a Cultive, que faz óleos e distribui para classe baixa, e o grupo Humanitas 360, de Patrícia Villela, que tem um trabalho com mulheres egressas do sistema prisional.

A empresa também tem o selo Eu Reciclo, com o intuito de negativar o impacto de resíduos e compensa a emissão de carbono de seus fretes aéreos.

"Nosso produto é tecnológico. A maioria dos medicamentos parece um floral de Bach, e vem em frascos com base de óleo. O nosso é um spray, à base de água, que o corpo absorve melhor", finalizou Ana Júlia em entrevista ao IG.