Óleo de CBD pode tratar 10 tipos de doenças

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A pesquisa destaca o uso do CBD, uma molécula derivada da cannabis, como um fator chave nos tratamentos médicos que ajuda no enfrentamento de diferentes patologias, proporcionando aos pacientes uma melhor qualidade de vida (Foto: Elsa Olofsson/Pexels)

Um artigo publicado no blog especializado Dinafem.org relatou descobertas científicas sobre o uso de óleo de CBD para tratar 10 tipos de doenças comuns entre a população mundial.

A pesquisa destaca o uso do CBD, uma molécula derivada da cannabis, como um fator chave nos tratamentos médicos que ajuda no enfrentamento de diferentes patologias, proporcionando aos pacientes uma melhor qualidade de vida.

Também conhecido como canabidiol, o CBD é um composto natural encontrado na flor resinosa da cannabis, a partir do qual sua forma pura pode ser obtida como tratamento para as seguintes condições.

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Reduz o desconforto da artrite

A inflamação gerada em pacientes com doenças como artrite ou reumatismo produz grandes dores que reduzem sua qualidade de vida, aliada ao desgaste ósseo que causa a imobilidade característica dessa doença.

Vale ressaltar que essa doença é autoimune, ou seja, apresenta um quadro patológico em que o sistema imunológico passa a ser o agressor que ataca e destrói órgãos e tecidos saudáveis ​​do corpo.

A dor gerada no paciente pode ser tratada com cannabis porque os nervos responsáveis ​​pelo transporte dos sinais de dor das articulações para o cérebro estão repletos de receptores canabinoides.

Dessa forma, o CBD atua com efeito analgésico e anti-inflamatório, reduzindo o inchaço e aliviando a dor. Alguns estudos chegam a sugerir que ele retarda a progressão da artrite reumatóide, pois é uma substância responsável por modular o sistema imunológico.

O efeito analgésico é muito importante para esses pacientes, o que pode ser atribuído ao CBD que, ao contrário do THC, não proporciona efeitos psicoativos desagradáveis ​​para os pacientes.

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Redução de tumores

Um estudo publicado no British Journal of Pharmacology revelou que o canabidiol possui agentes antiangiogênese, que inibem a criação de novos canais sanguíneos necessários para o crescimento do tumor.

O canabidiol retarda a proliferação e invasões de células prejudiciais em alguns tipos de câncer, como mama, pulmão ou cérebro. Ao mesmo tempo, suas propriedades antieméticas são utilizadas no combate a náuseas e vômitos causados ​​por sessões de quimioterapia.

Uma pesquisa da Universidade Complutense de Madrid comparou a eficácia de isolados de THC puro e extratos de óleo ricos em THC em uma série de experimentos pré-clínicos que focaram no câncer de mama.

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Diminui os ataques de epilepsia

Deve-se notar que a cannabis proporciona algum alívio para as incômodas convulsões epilépticas, uma vez que o CBD tem propriedades anticonvulsivantes e, portanto, o paciente tem menor risco de danos cerebrais irreversíveis.

Nesse sentido, vale lembrar o caso da americana Charlotte Figi, que dá seu nome a uma das variedades de cannabis mais ricas do CDB: a Charlotte’s Web. Essa menina sofreu em média até 300 ataques epilépticos por semana. Depois de usar cannabis, ela conseguiu reduzi-los em 99%.

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Trata os sintomas da esclerose múltipla

Como nas doenças reumáticas, a inflamação é o principal inimigo dos pacientes com esclerose múltipla, mas, desta vez, presume-se que seja de natureza neuronal.

Neste contexto, várias investigações médicas resultaram no Sativex, uma droga à base de cannabis.

O consumo de CBD nesses pacientes ajuda a tratar os sintomas neurológicos, entre os quais estão a perda do controle motor, fraqueza muscular, espasmos, instabilidade do humor e fadiga.

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Combate desconfortos intestinais

Além disso, no caso específico de pacientes com doença de Crohn ou colite ulcerosa, a pesquisa médica mostrou que o CBD é uma forma eficaz de reduzir os processos inflamatórios no intestino.

Pesquisa da Escola de Medicina da Universidade de Massachusetts e da Universidade de Bath mostrou que os endocanabinoides podem ajudar a controlar e prevenir doenças inflamatórias intestinais.

Os pesquisadores descobriram que a inflamação intestinal é regulada por dois processos importantes que estão constantemente em fluxo e que respondem às mudanças nas condições do ambiente intestinal.

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Para a degeneração neuronal

No caso dos pacientes com Alzheimer, cientistas australianos garantem que o uso do óleo à base de cannabis reduz a adição de placas de beta-amiloide, uma proteína indicadora da doença. Além disso, a fosforilação, outro indicador biológico dessa condição, diminui. Isso causa a degeneração dos neurônios, levando à morte celular.

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Mitiga a progressão da esclerose lateral amiotrófica

O óleo à base da planta demonstrou ter efeitos benéficos nas principais doenças neurodegenerativas que envolvem os gânglios da base e as porções mitocondriais do cérebro.

Os sintomas são reduzidos porque o CBD libera qualidades neuroprotetoras, antioxidantes e anti-inflamatórias e porque os receptores canabinoides estão associados ao apetite, à sensação de dor e ao humor.

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Reduz a depressão e a ansiedade

Um estudo publicado em 2016 na revista Current Neuropharmacology mostrou que o CBD se destaca por ser um ansiolítico eficiente que permite regular o humor e evitar fases depressivas.

Seu consumo produz uma sensação de relaxamento e bem-estar mental no paciente, o que auxilia nos episódios de angústia e ataques de pânico.

Enquanto isso, outra pesquisa publicada no Journal of Affective Disorders indicou que a cannabis reduziu significativamente as taxas de depressão, ansiedade e estresse. Os pesquisadores coletaram dados do aplicativo Strainprint para examinar os efeitos de certas cepas nestas três condições.

Os dados mostraram que os usuários de cannabis perceberam uma redução de 50% na depressão e uma redução de 58% na ansiedade e estresse após o uso de cannabis. Posteriormente, esses dados foram mais associados a mudanças nos escores de depressão.

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Acalma os sintomas psicóticos da esquizofrenia

No caso de pacientes com esquizofrenia, o uso de cannabis ajuda a manter os sintomas sob controle, quando o resto dos medicamentos para tratar as crises não foram adequados.

De acordo com o artigo citado, o uso de cannabis auxilia no tratamento da percepção, cognição, funções do ego, vontade, afetividade, motivação e até função psicomotora.

Por sua vez, o sistema endocanabinoide regula as emoções, o sono, o sistema de recompensa e a memória aversiva, enquanto o CBD atinge um efeito positivo nos componentes metabólicos, anti-inflamatórios e relacionados ao estresse.

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Combate a acne

Uma análise de 2018 feita pela Skin Therapy Letter descobriu que o óleo CBD tem um forte efeito anti-inflamatório e imunossupressor, tornando-o benéfico para vários tipos de doenças inflamatórias da pele, como acne.

Devido ao seu efeito sebostático aliado ao anti-inflamatório, ajuda a manter a pele limpa, pois reduz a formação de sebo e previne o aparecimento de espinhas.

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Fonte: Janet Gómez/Nación Cannabis

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