DOC20.SECHAT: Histórias que contamos em 2020 (Parte 2)

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Uma das histórias que o Sechat contou em 2020 foi a da Lorena, que interrompeu o uso de morfina depois que iniciou o tratamento com a Cannabis Medicinal; na foto, a família Suzin: outra história inspiradora (Foto: Arquivo pessoal)

DOC.2020 é uma série de matérias especiais com olhar do Sechat sobre os fatos mais relevantes do ano de 2020 para a Cannabis Medicinal no Brasil e no mundo 

Por Sechat Conteúdo

Durante o ano de 2020, o Sechat contou várias histórias de superação. Mesmo que tenha sido um ano desafiador, muitas pessoas e famílias viram suas vidas mudarem com a Cannabis Medicinal. Melhorias na locomoção, fala, diminuição da dor, e de outros sintomas de doenças graves e raras são alguns exemplos dos efeitos que a planta trouxe a diversos pacientes que, em 2020, decidiram iniciar o tratamento com a Cannabis Medicinal.

Portanto, preparamos uma série com três matérias para reviver as principais histórias. Já publicamos a primeira matéria. Confira, agora, a segunda parte. 

Após 3 meses de tratamento com cannabis, paciente com fibromialgia que recorria à morfina vê as dores sumirem

Há 7 anos, Lorena Barreto, de 54 anos, luta contra as fortes dores decorrentes da fibromialgia. A doença é uma síndrome de causas ainda desconhecidas e que pode provocar dores fortes por todo o corpo durante muito tempo ou sensibilidade nas articulações, nos músculos e nos tendões. 

Porém, em 2013, ela viu sua doença se agravar com as doses de morfina sendo cada vez maiores e mais frequentes. Foi quando ela decidiu buscar de empresas, associações ou startups que poderiam ajudá-la a acessar a Cannabis medicinal. Através de pesquisa na internet, Lorena encontrou o CEC (Centro de Excelência Canabinoide) e marcou uma consulta com o doutor Pedro Pierro, neurocirurgião do CEC e diretor científico e sócio do Sechat. LEIA MAIS

Criança com autismo não verbal começa a falar após tratamento com Cannabis

O diagnóstico não era fácil: Síndrome de Kaner, autismo severo não verbal e psicose infantil. Foi assim que a analista comportamental Kimberlyn Cavallari, de 25 anos, do Rio de Janeiro, precisou ressignificar a sua vida com a chegada da pequena Antonia Cavallari, de seis anos.

Quando o Rivotril de 2,5 mg entrou em cena e mesmo assim as crises continuavam e Antonia sequer dormia, Kim percebeu que era a hora de buscar uma alternativa. Então, há dois anos os estudos começaram. Os artigos que Kim tinha acesso sobre Cannabis e autismo ainda eram todos em inglês. Contudo, isso não a intimidou. Muito pelo contrário. Logo encontrou um médico prescritor e há um ano e meio a vida da família mudou. LEIA MAIS

Paciente de fibromialgia encontra na Cannabis alívio para suas dores incapacitantes

Até os 29 anos, a artesã pernambucana Andressa Carvalho Felix tinha uma vida aparentemente alegre e ativa. Passear no shopping com as amigas era um dos seus programas favoritos. Mas Andressa caiu em um estado profundo de depressão e as dores emocionais logo se transformaram em dores físicas.

Foi então que começou uma peregrinação por vários médicos das mais diversas especialidades, mas ninguém sabia o que Andressa tinha. E foi num clínico geral que veio o diagnóstico por eliminação: fibromialgia. Porém, em 2019, Andressa leu uma matéria sobre um paciente de fibromialgia tratado com Cannabis que apresentava melhoras nos sintomas. Sem pensar duas vezes, a artesã começou suas pesquisas. LEIA MAIS

Ativista e usuário de Cannabis medicinal critica nota de entidade contra PL 399: “declarações sem fundamento”

Filipe Suzin tem 30 anos. Utiliza a Cannabis medicinal desde os 19 anos para amenizar os efeitos colaterais de seu tratamento para leucemia. Seu pai, Ivo, com 60 anos de idade, também faz uso da planta há um ano para atenuar as complicações do alzheimer. Juntos, filho e pai somam mais de uma década de experiência prática dos benefícios da maconha medicinal para suportar as doenças que sofrem e os efeitos colaterais pesados das drogas prescritas para eles utilizarem. Filipe luta pela sua saúde e de seu pai. Ele quer que seja reconhecido o direito de viver com mais de qualidade de vida. No caso, a sua própria qualidade de vida e a de seu pai. LEIA MAIS

Confira outras histórias inspiradoras contadas pelo Sechat em 2020:

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