Lives mostrarão experiências globais para fomentar o mercado da Cannabis

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Marcelo De Vitta Grecco: co-fundador da aceleradora The Green Hub Foto:arquivo pessoal

Nesta quinta-feira (4), estreia a primeira de uma série de seis lives organizadas pela The Green Hub, aceleradora de startups e consultoria na área de Cannabis. A ideia é fomentar o mercado, trazendo mais informações regionais e internacionais. “A empresa nasceu com DNA de um eterno educador”, diz Marcelo De Vitta Grecco, co-fundador e diretor de novos negócios da The Green Hub.

“Vamos trazer conteúdo de diversos ecossistemas”, completa. Negócios, ciência, pesquisa são algumas das áreas que vão preencher os seis encontros que a aceleradora pretende organizar até o fim do ano.

A The Green Hub assina o projeto com outros dois parceiros, Paula Carvalho, gerente de Comunicação do Instituto Humanitas360, e o administrador e empresário Daniel Jordão, fundador do site Sechat, especializado em notícias sobre Cannabis.

“A ideia da parceria é promover discussões sobre um mercado socialmente responsável de Cannabis, que não esqueça de atores pioneiros como os pais de pacientes dependentes de canabidiol e associações para plantio como a Abrace”, diz Carvalho.

Estreia

O projeto começa com Steve DeAngelo, conhecido como o pai da indústria da Cannabis, nesta quinta-feira (4), às 19h (mais informações acesse aqui). “Ele deu o primeiro empurrão na Cannabis”, diz Alex Lucena, diretor da área de inovação da The Green Hub.

“Além de ser um ícone da Cannabis, DeAngelo financia uma ação batizada de Last Prisoner Project, que ajuda a corrigir injustiças no sistema criminal norte-americano”, explica Carvalho. Ele prega a liberdade dos condenados por crimes relacionados à Cannabis– uma vez que o país legalizou, ao menos, a maconha medicinal, na maioria dos estados. Segundo Carvalho, a ideia pode inspirar empreendedores a repetir o mesmo no Brasil.

“DeAngelo representa a luta pela legalização nos EUA”, diz Jordão. “Ele representa os dois lados, a do ativista e a do empresário bem-sucedido. Queremos desmistificar esse assunto por aqui. Aproveitar a experiência dos convidados e encurtar caminhos.”

O grupo também quer mostrar o potencial do Brasil aos convidadas internacionais da programação (ainda não divulgada). Lucena conta que no primeiro contato com DeAngelo, ele percebeu que o país não estava no radar do empresário. “Fazem duas décadas que o ícone da maconha não pisa em solo brasileiro. Quando veio, só conheceu a Bahia.”

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