Olimpíadas de Tóquio: novas polêmicas cercam o evento

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Punida após ser pega em antidoping por THC, velocista americana está fora dos 100m nos Jogos de Tóquio (Foto: Hypeness)

Curadoria e edição de Sechat Conteúdo, com informações de Hypeness

Uma das, senão a principal candidata ao ouro nos 100 metros rasos nas Olimpíadas, a norte americana Sha’Carri Richardson virou o assunto dos últimos dias após testar positivo para THC no exame antidoping. Com a punição de um mês, à velocista de 21 anos perderá sua prova nos Jogos de Tóquio. Porém, toda essa polêmica, ampliou o debate sobre a liberação dessa substância nos esportes de alto rendimento.

Nomes como Patrick Mahomes e Odell Beckham Jr, da NFL, e o ex-campeão do UFC, Tyron Woodley, saíram em defesa da atleta nas redes sociais. “O que é realmente loucura é que isso provavelmente nem vai ser um problema nas próximas Olimpíadas”, diz Myles Garrett, jogador do Clevelend Brows, em seu Twitter.

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Rejeitada pela maioria dos japoneses, sem espectadores estrangeiros e com mais essa “deserção”, as olimpíadas agora também são alvo de críticas daqueles que acreditam que mais uma vez o esporte está sendo deixado de lado por conta de debates políticos.

A Dep. norte-americana Barbara Lee (Partido Democrata), afirmou em suas redes sociais que a cannabis não aumenta o desempenho esportivo dos atletas e que leis que proíbem qualquer tipo de uso da planta são preconceituosas e discriminatórias.

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Depois do caso Richadson, outro tema que politizou o meio esportivo foi a proibição do uso das “toucas afro”, usadas por nadadores que possuem cabelos mais volumosos ou dreadlocks. Segundo a FINA (Federação Internacional de Natação) que atua juntamente com o COI (Comitê Olímpico Internacional), qualquer mínima mudança nas condições de competição são vigiadas, ou seja, a alegação do comitê são de que as toucas “alteram o formato natural da cabeça” e por isso devem ser banidas da competição.

Entretanto, diante das reações negativas, a FINA prometeu reavaliar o caso das toucas afro, afinal cabelos mais cheios e até pelos corporais afetam aumentam o atrito com a água e não o contrário.

A descriminalização do uso da cannabis é uma realidade nos Estados Unidos. Nova York confirmou a legalização da erva em acordo que prevê vantagem na aquisição de licenças para a comercialização da maconha para minorias sociais, normalmente as mais afetadas pela proibição. A cidade pretende arrecadar mais de 2 bilhões de reais com o mercado cannábico. 

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Ainda sobre o caso de Richardson, a atleta não poderá correr os 100 metros, prova em que a mesma é especialista, porém após o prazo de 30 dias da punição, a atleta poderá ser chamada para a prova de revezamento, que ocorre no dia 6 de agosto.

A pena mais “branda”, Só foi aceita pelo órgão fiscalizador internacional porque Sha’Carri conseguiu provar o uso da substância fora do contexto esportivo e reforça: “Eu perdi minha mãe biológica, precisa distrair a cabeça, também sou humana!”

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