Pingos nos “is” e pés no chão

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Embora muitas pesquisas apontem para os benefícios produzidos pela maconha medicinal na batalha da epidemia de opioides nos EUA, a medicação não pode ser considerada uma saída milagrosa para curar viciados. A síntese é do psiquiatra-cientista canadense especializado em dependência química, Jonathan Stea, na renomada publicação “Scientific American”. É importante ressaltar que os remédios feitos de ópio (opioides ou opiáceos) servem para aliviar dores fortes. A morfina é mais conhecida.

No artigo, Stea afirma que a cannabis ajuda sim a aliviar a dor de algumas pessoas, mas ela não funciona com a mesma eficácia dos opioides. Além disso, é preciso levar em conta que algumas pessoas simplesmente não apreciam os efeitos da maconha. E mais, “a cannabis nunca poderia substituir totalmente o opiáceo. Há aqueles que estão sofrendo de condições de dor mais severa, pacientes que sofreram traumas e lesões no campo de batalha, sem mencionar as cirurgias, e até pacientes com câncer. Muito possivelmente a maconha medicinal não dará conta de aliviar de forma plena estes doentes”, acrescenta o psiquiatra canadense.  

O argumento do cientista ajuda a equilibrar o tom de algumas abordagens relacionadas ao tema e a introdução da cannabis medicinal no debate público sobre saúde. Jonathan Stea conclui o artigo dizendo que é preciso “mais pesquisa, mais tempo, mais ciência” antes de uma conclusão definitiva sobre a maconha como remédio e benefício para a promoção da saúde humana. “E Isso pode levar anos, ciência boa feita não é do dia para noite. E Primeiro, antes de tudo, o governo dos EUA deve tirar a cannabis da lista de classificação número 1, na Lei de substâncias controladas, ou seja, tirar a substância do rol das drogas malditas e perigosas” conclui o pesquisador.

Você pode ler o artigo na íntegra no link abaixo. O texto está em inglês: 

https://blogs.scientificamerican.com/observations/can-cannabis-solve-the-opioid-crisis/

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