Composto da cannabis chega as olimpíadas pela primeira vez na historia da competição

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Foto: Reprodução

João R. Negromonte

Liberado pela Agencia Mundial Antidoping (WADA) em 2017 e retirado da lista de substâncias proibidas no esporte pela organização em 2018, o CBD já é uma realidade nas Olimpíadas de Tóquio deste ano. Atletas como o maratonista Daniel Chaves, que faz uso do CBD desde 2016 por conta uma depressão, afirma que a substância salvou sua carreira no esporte.

Foto: Wagner Carmo/CBAt

“Descobrir o CBD foi um avanço na minha vida. A partir daí, não venci 100% a depressão, mas me estabilizei psicologicamente e conquistei o índice necessário para ir à Olimpíada de Tóquio” revela o esportista.

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Outros atletas brasileiros reforçam o time de Daniel, como o catarinense Pedro Barros, de 25 anos, considerado hoje o maior nome do skate brasileiro e Bruno Soares, tenista de 39 anos que faz uso do CBD há três anos.

Para o neurologista Renato Anghinah, professor da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) e CMO da HempMeds, empresa que importa CBD para o mercado brasileiro sob prescrição médica, a liberação dessa composto é um grande passo, já que não há motivos para o mesmo ser considerado doping, visto que não possui finalidades psicoativas e garante uma qualidade de vida para aqueles que utilizam. O médico afirma também que não há relatos de efeitos colaterais relacionados com o uso da substância e que por isso, pode ser que cada vez mais atletas se interessem por esse medicamento.

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Os outros compostos da cannabis, porém, continuam vetados. Não à toa, Sha’Carri Richardson, velocista norte-americana favorita ao ouro em Tóquio, foi suspensa dos cem metros rasos por testar positivo para o THC, a parte psicoativa da cannabis, que exibe propriedades terapêuticas similares às do canabidiol, mas também causa euforia e, dado o nível de estimulação dos atletas é um composto que possivelmente não sairá da lista de substâncias proibidas no esporte nos próximos anos.

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