Sem debate sobre Cannabis, Espanha deixa pacientes à deriva

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Traduzido do site Eitb. Eus

A Espanha está em um vácuo legal diante de uma realidade clara. A Cannabis é consumida de forma adulta, mas também medicinal, para lidar com sintomas de doenças raras, câncer ou esclerose múltipla.

Durante o isolamento, a União de Pacientes para a Regulamentação da Cannabis solicitou que essas necessidades fossem levadas em consideração, porque havia pessoas desesperadas que não puderam ir aos clubes de Cannabis para acessar esta planta e liderem com suas dores. 

Eles pedem que esses clubes, que são frequentados por sócios idosos que não vendem para terceiros, sejam regularizados para que não precisem procurar maconha com traficantes. 

Está aberto o debate na ONU que, ainda este ano, poderá tomar uma decisão sobre o uso medicinal. 

A OMS recomenda que a Cannabis seja removida da lista das substâncias mais perigosas, como a heroína, e passe para a lista das mais leves, como, por exemplo, a morfina, usada para aliviar a dor.

No Estado espanhol, o debate não existe nas instituições que precisam regulamentá-la, apesar das propostas do Podemos para a aprovação de uma lei abrangente sobre a Cannabis. 

Outras formações propõem apenas seu uso medicinal. Enquanto isso, a Lei da Mordaça proíbe a posse e o consumo nas vias públicas e a venda e compra.

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