Instituto afiliado à Harvard afirma que a cannabis é eficaz contra o câncer de pâncreas

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(Imagem: Freepik)

Por João R. Negromonte

Hoje, 9 de julho, é celebrado o Dia do Oncologista, médico responsável por diagnosticar e tratar pacientes com câncer. Como forma de homenagear esses profissionais, trouxemos uma pesquisa feita em 2019 pelo Dana-Farber Cancer Institute, afiliado à Harvard Medical School e um dos principais centros de tratamento e pesquisa da doença do mundo, que mostra a potencialidade terapêutica de compostos da cannabis contra o câncer de pâncreas, um dos mais agressivos dentre todos os outros tipos. 

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Conforme mostra o estudo, os pesquisadores conseguiram eliminar tumores malignos em ratos com câncer de pâncreas, utilizando apenas alguns flavonóides derivados da cannabis e extratos vegetais de plantas. Além disso, eles puderam observar que a cannabis pode funcionar melhor que a radioterapia e os tratamentos convencionais.   

“Extratos de plantas são, talvez, uma alternativa mais eficaz que os canabinoides sintéticos”, diz a pesquisa. Tudo isso se dá por conta do efeito entourage, no qual os diferentes componentes químicos da resina de cannabis, como canabinoides, terpenos e flavonoides, interagem entre si e com o corpo humano para obter efeitos terapêuticos e medicinais.

Neste caso, os cientistas verificaram que os flavonoides da cannabis (compostos que dão cor as plantas) tiveram um papel fundamental na redução de tumores do pâncreas, o que, para os pesquisadores é de grande relevância pois, segundo mostra algumas pesquisas, o câncer de pâncreas tem uma taxa de mortalidade bastante alta e geralmente é detectado tardiamente.

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Tais resultados, deixam claro a importância de se estudar a planta inteira e suas diferentes linhagens, pois sabemos que cada variedade de cannabis acaba sendo um universo em si. Por isso, colocar o cultivo da planta para fins medicinais e de pesquisa em um lugar central, se faz cada vez mais necessário.

Assim, segundo destaca a pesquisa, o objetivo deste trabalho é desenhar um protocolo que possa ser replicado em humanos com câncer de pâncreas, trazendo cada vez mais alternativas de tratamento para, como dito anteriormente, um dos cânceres mais perigosos que existem.

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