Pais de Anny Fischer esperam há mais de 2 meses autorização para CBD que é comprado desde 2014

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O estoque de medicamento com CBD que é utilizado para o tratamento da menina está acabando e a falta dele poderá afetar diretamente na qualidade de vida da Anny, que o utiliza para amenizar as crises convulsivas, ou até mesmo colocar a sua vida em risco (Foto: Divulgação)

A família que foi a primeira no Brasil a obter autorização da Justiça a para o uso medicinal do canabidiol, em 2014, agora se vê num dilema causado por uma situação que achava que nunca mais precisaria experimentar. 

Os pais de Anny Fischer, Katiele e Norberto, aguardam há mais de dois meses, desde o dia 16 de julho, que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) reemita a autorização para a importação do medicamento à base de canabidiol que é usado para o tratamento a menina, que tem a  da síndrome CDLK5. As informações são do Correio Braziliense. 

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O estoque de medicamento com CBD que é utilizado para o tratamento da menina está acabando e a falta dele poderá afetar diretamente na qualidade de vida da Anny, que o utiliza para amenizar as crises convulsivas, ou até mesmo colocar a sua vida em risco. 

O prazo informado pela agência para as respostas é de sete dias, mas no caso de Anny já passa de dois meses sem uma posição. Segundo Norberto, desde que o novo diretor-presidente da Anvisa assumiu, os processos têm ficado um pouco mais burocráticos e o acesso às informações, mais difíceis. 

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Ainda segundo ele, a saída foi adotar uma postura de cobrança sistemática à agência, com envio de e-mails, abertura de chamadas na ouvidoria e no serviço Fale Conosco, o que nem assim teria dado resultado. Mais recentemente, a Anvisa pediu aos Fischer para realizar um novo cadastro, como se fosse a primeira vez que Anny fosse fazer uso do medicamento. 

Anvisa diz que prazo para resposta é 20 dias

Segundo a agência, o prazo de resposta atual da Anvisa para o processo de importação de canabidiol é de 20 dias, mas que este prazo pode se estender se houver falhas ou ausência de documentos no processo de solicitação feito diretamente no Portal. “Cumpre informar que vários outros serviços do Governo Federal estão disponíveis nesse portal e a obtenção de documentos ocorre de forma similar à autorização de importação do Canabidiol – mediante uso de senha pessoal do paciente ou solicitante”, disse a Anvisa em nota. 

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