Políticas de cannabis para esportes com lutas são revisadas

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A decisão vem cerca de dois meses após o Ultimate Fighting Championship (UFC), anunciar que os testes de cannabis positivos não geram mais multas e suspensões para os lutadores do UFC (Foto: Bruno Bueno/Pexels)

Curadoria e edição de Sechat Conteúdo, com informações de The GrowthOp (Sam Riches)

A Associação de Comissões de Boxe e Esportes Combativos (ABC) é a mais recente organização esportiva a repensar suas políticas de cannabis. De acordo com o MMA Junkie, o comitê consultivo médico da ABC concordou que o uso de cannabis em esportes de combate deve ser tratado como um perigo menor em comparação com outras substâncias proibidas.

A decisão vem cerca de dois meses após o Ultimate Fighting Championship (UFC), anunciar que os testes de cannabis positivos não geram mais multas e suspensões para os lutadores do UFC.

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As novas diretrizes, relatadas pela primeira vez por Mixed Martial Arts, incluem, sobretudo, uma multa de 100 dólares para o primeiro teste de THC positivo de um atleta acima de 150 nanogramas por mililitro (ng/ml) de urina, o mesmo padrão aprovado pela Agência Mundial Antidopagem.

Um segundo teste positivo acima do limite acarretará em outra multa de 100 dólares. Além disso, o atleta arcará com os custos do teste, estimados em cerca de 295 dólares. Violações adicionais podem resultar no aumento de multas e inscrição em um programa de aconselhamento sobre drogas.

O conselho médico da ABC também afirmou que “não recomenda ou apoia a anulação da vitória ou suspensão de um atleta se ele tiver teste positivo para THC acima de 150 ng/ml.

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Casos anteriores

Nos últimos 12 meses, pelo menos cinco lutadores do UFC foram suspensos após testes positivos de cannabis. A Comissão Atlética do Estado de Nevada não hesitou em suspender, multar e anular as vitórias dos lutadores que tiveram resultado positivo no teste.

“É aí que a questão continua”, conforme Jeff Novitzky, vice-presidente sênior de saúde e desempenho do atleta do UFC, em outubro. “Ao sancionar a maconha, realmente acho que estamos empurrando esses atletas para drogas que são ainda mais perigosas”, argumentou Novitzky.

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Além disso, o comitê ABC declara que “o THC não é uma droga para melhorar o desempenho. É um supressor de desempenho, e os atletas com teste positivo para THC não devem ser punidos da mesma maneira que um atleta com teste positivo para drogas para melhorar o desempenho.”

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