“Sem a cannabis, não sei se teria a minha filha”

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“Sem a cannabis, não sei se teria a minha filha”: Cidinha apresenta argumentos para a regularização da cannabis medicinal 

A Comissão de Direitos Humanos do Senado organizou uma audiência pública pra debater o uso medicinal da maconha, nesta terça-feira (9). O senador Paulo Paim (PT-RS) mediou a mesa e deu iniciou as falas dos especialistas. 

A presidente da Cultive Associação de Cannabis de Saúde, Maria Aparecida Felício de Carvalho abriu o debate e contou a dificuldade em lidar com a doença da filha (Síndrome de Dravet). Com a importação ilegal do óleo, Cidinha observou que sua filha obteve uma melhora de 80% na diminuição das crises. “Hoje faz 5 anos e 3 meses que eu não sei mais o que é hospital”, declara sobre o benefício do óleo extraído da cannabis. 

 “Proibir de buscar a melhor resposta terapêutica para um filho, isso sim é um crime”, afirma sobre a necessidade de debater o assunto e regularizar o uso medicinal. Cidinha questiona como ter acesso ao óleo e ressalta que o papel das associações é justamente fazer o papel que o Estado deveria estar fazendo: orientar e informar. 

Por fim, a presidente faz um apelo como mãe, associação e família – não é uma afronta usar o cannabis para fins medicinais e sim uma alternativa para não se perder quem está doente. “A proibição mata mais que qualquer crime, nós estamos aqui pela vida”, argumenta.

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