Ameaça de gafanhotos não preocupa a cultivo de Cannabis no Uruguai

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Valéria França

Em tempos de pandemia, faltava apenas a ameaça de uma nuvem de gafanhotos ou “saltimontes” como dizem os uruguaios. Um enxame deles –40 milhões de insetos que viajam 150 quilômetros por dia –foi observada na quinta-feira (25), na Argentina, mais exatamente na província de Corrientes.

Mas havia risco desses insetos seguirem para o Uruguai e para o Sul do Brasil. Os ministérios da agricultura dos dois a países passaram o dia monitorando a nuvem. Apesar de raro, um enxame é capaz de arrasar com qualquer lavoura, inclusive com as culturas de Cannabis e hemps.

Nesta sexta-feira (26), as previsões eram da nuvem permanecer na Argentina. “Ao que parece, os insetos ficarão na Argentina por causa do frio e dos ventos, que devem desviá-los”, diz Gabriela Cezar, CEO da Paraneia Partner, empresa americana que criou uma incubadora para o setor de Cannabis. “Mesmo que o enxame venha ao Uruguai não afetará as colheitas de Cannabis ou Hemps, porque todas as colheitas foram feitas em maio e abril”,

No Uruguai, os cultivos de Cannabis são realizados dentro de estufas, o que protege as plantas de qualquer agressão do meio externo. Já o plantio de cânhamo –ou hemp –ocorre em área aberta e locais altos. Por sorte, a ameaça veio em boa época– ao menos para o hemp.

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