Derivados de cannabis são tratamento eficaz para epilepsia

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Cannabis como alternativa: tratamentos convencionais usados ​​há vários anos para tratar a epilepsia têm efeitos adversos que, em alguns casos, acabam por ser mais perigosos (Foto: Andrea Piacquadio/Pexels)

Curadoria e edição de Sechat Conteúdo, com informações de Nación Cannabis

A epilepsia, uma doença crônica, é caracterizada por ataques recorrentes causados, até onde se sabe, por atividade elétrica incomum no cérebro. Isso pode fazer com que o corpo sacuda repentina e violentamente.

A pesquisa médica não tem uma teoria exata da causa desta doença, no entanto, alguns fatores possivelmente desencadeadores são apontados, como lesões cerebrais, genética, acidente vascular cerebral, falta de oxigenação ao nascimento, tumores cerebrais, acidente vascular cerebral, entre outros. 

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Os tratamentos convencionais usados ​​há vários anos para tratar a epilepsia têm efeitos adversos que, em alguns casos, acabam por ser mais perigosos e incômodos do que a própria doença.

Alguns dos problemas que esses medicamentos podem causar são:

  • Anormalidades comportamentais
  • Dores de cabeça
  • Distúrbios menstruais
  • Pesadelos
  • Pensamentos suicidas
  • Problemas de pele

Além disso, a epilepsia demonstrou ser altamente resistente aos medicamentos convencionais. Portanto, questiona-se sua real eficácia para o alívio e controle dessa doença. 

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CBD: uma alternativa para epilepsia

O CBD é um derivado da cannabis que, há algum tempo, começou a ser usado para o tratamento da epilepsia . No entanto, mais pesquisas ainda são necessárias, pois algumas pessoas têm sofrido efeitos colaterais ao usar este composto no tratamento desta doença, portanto, uma conclusão sobre sua eficácia ainda não pode ser tirada. 

A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos, órgão que valida os estudos realizados por laboratórios sobre medicamentos e garante que são seguros para o uso da população, até agora apenas aprovou um medicamento com CBD como ingrediente ativo para tratar a epilepsia. Este medicamento é denominado Epidiolex.

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Epidiolex foi usado para tratar a epilepsia, bem como outras doenças raras que causam convulsões, como a síndrome de Lennox-Gastaut, a síndrome de Dravet e a esclerose tuberosa. O medicamento é administrado a pessoas e crianças a partir dos dois anos de idade. Em 2020, a idade para prescrever foi reduzida a um ano de vida. 

Estudos demonstraram que o uso desta droga reduz significativamente as convulsões em pessoas tratadas com Epidiolex. No entanto, vários são os cenários que são extremamente importantes para serem destacados para evitar situações adversas em pessoas que procuram socorro e recorrem ao uso do CBD com resultados desfavoráveis.

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Epidiolex x CBD regular

É extremamente importante ter em mente que o CBD comercial não é o mesmo que Epidiolex, pois, embora ambos contenham essa substância, o Epidiolex possui elevados padrões de fabricação e a dose é o que cientistas e pesquisadores determinaram como o mais efetivo.

Para que o uso do CBD no tratamento da epilepsia seja realmente benéfico, deve-se administrar o fármaco aprovado pelo FDA, e não outros produtos com CBD, que em alguns casos pioraram o estado dos pacientes ao invés de obter alguma melhora. 

Propriedades anticonvulsivas também foram encontradas no THC; entretanto, mais pesquisas são necessárias, pois se as doses não forem adequadas, esse composto pode causar convulsões. 

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Quando se usa Epidiolex em crianças, a dose é calculada em relação à gravidade do paciente, bem como seu peso corporal. É por isso que apenas um médico pode prescrever.

Também é relevante observar que esse medicamento costuma ser caro e algumas seguradoras não o cobrem, de modo que as pessoas podem ficar tentadas a usar outros produtos com CBD, o que não é aconselhável. 

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