Live Sechat de hoje (13) discute o acesso de pessoas com deficiência ao esporte

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Cisco é santista natural do bairro da Pompeia e está a frente de 3 projetos, sonhando sobre as ondas, escola de surf adaptado e escola radical de surf (Foto: Arquivo)

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O Surf representa um contato com a natureza, um retorno às origens, a total liberdade do ser humano e a verdadeira integração da alma do homem com o mar. Algo muito maior do que um simples estilo de vida, é a cura através das ondas.

Com esse modo de enxergar o mundo e suas diferenças, surgiu a missão de incluir o esporte como uma forma alternativa para criar novos caminhos que possam auxiliar positivamente tanto no estado físico, como no emocional do ser humano, aumentando as esperanças e estimulando a superação pela a sensação de alegria e felicidade transmitida através da prática do esporte.

Fundada em 1991, a escola tinha foco inicial competitivo para formação de atletas, mas tudo mudou quando um idoso de 74 anos procurou Cisco para lhe fazer uma reclamação. “Ele nadava no mar e veio dizer que os alunos da escola atrapalhavam sua atividade. Eu, simplesmente, fiz o convite para ele participar das aulas. Ele aceitou e adorou”. Euclides Camargo, o idoso em questão, foi o primeiro aluno que entrou na escola sem propósito competitivo, em 1995.

Em 2007, foi lançada a primeira prancha adaptada. Desde então, o coordenador da Escola Radical passou a desenhar e produzir esse material, que permite que pessoas com diferentes patologias possam praticar o esporte. “Ela pode ser usada por autistas, pessoas com síndrome de Down ou dificuldades de mobilidade e visão”, afirma Cisco. Assim, começou o projeto Sonhando Sobre as Ondas, em parceria com o Rotary Club Santos Praia, para o fornecimento desse equipamento em todo o mundo, que já resultou na distribuição de 70 pranchas em vários países, utilizadas por cerca de 500 pessoas.

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Após completar seus 30 anos de funcionamento, passaram pela Escola Radical de Surf mais de 30 mil alunos de todas as idades, gêneros, cores e condição física, não fazendo distinção de ninguém. O projeto visa somente a inserção dessas pessoas ao esporte e o lazer, bem como a restruturação de toda uma vida.

Mesmo passando por represálias na década de 70 e, sobrevivendo até os dias atuais, a história do projeto esbarra nas relações políticas, culturais, econômicas e sociais enfrentados pela cannabis no Brasil, afinal, o desejo daqueles que defendem a planta, é garantir a saúde, certificando a qualidade de vida e a alegria dessas pessoas que necessitam de tratamentos com os componentes da mesma.

Ficou curioso para saber mais? Acompanhe o bate-papo que será conduzido pelo neurocirurgião Pedro Pierro, que é sócio e diretor-científico do Sechat. Perguntas e opiniões podem ser enviadas antecipadamente pelos perfis do Sechat nas redes sociais ou pelo e-mail redacao@sechat.com.br ou pelos canais listados ao final deste texto.

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Serviço

Live Sechat

Tema: “Acesso de pessoas com deficiência ao esporte”

Apresentação: Doutor Pedro Pierro

Convidado especial: Vagner Barbosa 

Data: 12/7/21 (terça-feira), às 19h, pelo perfil do Sechat no Instagram (@sechat_oficial)

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